Nome Científico: Euterpe edulis.

 

Família: Arecaceae.

 

Subfamília: Arecoidae.

 

Nome vulgar: Palmito-juçara, Palmito-doce, Içara, Juçara, Ensarova, Palmiteiro, Ripa e Ripeira. Ocorrência natural: Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica.

 

Origem: Bahia, Distrito Federal, Espirito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo.

 

Locais de Ocorrência: Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste, Sul.

 

Altura: Pode variar de 20m a 30m.

 

Tronco: Reto, cilíndrico, não-estolonífero (não brota na base); seu estipe (caule) não é considerado fuste. Entre o término do tronco e a parte onde nascem as folhas, há uma seção verde, mais grossa que o tronco, formada pela base do conjunto de folhas. Dentro desta seção encontra-se a parte comestível da palmeira.

 

Folhas: Alternas, pinadas, com até 3 m de comprimento.

 

Flores: A inflorescência em forma de panícula é composta por uma raque central da qual parte com ramificações de primeira ordem chamadas de ráquilas, as quais sustentam as flores.São unissexuais, sendo as masculinas em maior número, de coloração amareladas, numerosas, com 3 a 6 mm de comprimento, distribuídas em grupo de três, uma feminina entre duas masculinas.

 

Frutos: No tronco entre as copas e suas folhas, que se encontra o palmito, que é muito popular, possui sabor agradável e utilizado em diversas preparações culinárias. Seus frutos ficam negros quando amadurecem e são preferidos pelos pássaros e animais silvestres.

 

Utilidade: Nascente, Arborização urbana e Mata ciliar.