Nome Científico: Schinus terebinthifolia

 

Nome Popular: Aroeira pimenteira, aroeira mansa, aroeira vermelha, aroeira, aroeira precoce, aroeira da praia, aroeira do brejo, aroeira negra, aroeira branca, aroeira do campo, aroeira do sertão, fruto de raposa, aroeira do paraná, fruto de sabi, coração de bugre, aguaraiba, bálsamo, cambuí, cabuí

 

Família: Anacardiaceae

 

Grupo Ecológico: Pioneira

 

Ameaça de Extinção: Não Ameaçada

 

Origem: Alagoas, Bahia, Espirito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe

 

Locais de Ocorrência: Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste, Sul

 

Onde Plantar: Parques e jardins.

 

Luminosidade: Sol Pleno

 

Solo de Plantio:Todos os Tipos

 

Porte da Árvore: De 5 a 10 metros

 

Utilidades: Áreas Umídas e Alagadas, Carvão, Condimento, Frutíferas para Passáros , Lenha, Melíferas

 

Madeira: Moderadamente pesada, mole, bastante resistente e de grande durabilidade natural.

 

Tronco: Tronco de 30-60 cm de diâmetro revestido com casca grossa.

 

Folha: Folhas compostas imparipinadas, fortemente aromáticas, geralmente com 7 folíolos de 3-7 cm de comprimento por 2-3 de largura.

 

Flor: Inflorescências paniculadas axilares e terminais, com flores pequenas de cor esbranquiçada.

 

Fruto: Os frutos são drupas globosas de cor vermelho-brilhante quando maduras.

 

Potencial Paisagístico: A árvore é muito ornamental, principalmente durante o longo período em que os frutos persistem na planta.

 

Fenologia: Floresce principalmente durante os meses de setembro-janeiro e frutifica predominantemente no período janeiro-julho

 

Propriedades Medicinais: Popularmente suas cascas são usadas na forma de cozimento, especialmente pelas mulheres, durante vários dias, em banhos de assento após o parto como anti-inflamatório e cicatrizante, ou como medicação caseira para o tratamento de doenças do sistema urinário e do aparelho respiratório, bem como nos casos de hemoptise e hemorragia uterina. As folhas e frutos são adicionados à agua de lavagem de feridas e úlceras, embora a eficácia e segurança do uso destas preparações não tenham sido ainda, comprovadas cientificamente.